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domingo, 30 de setembro de 2007

10 razões para fazer exercícios físicos

1. Depressão: pessoas com um grau de depressão branda ou moderada e que praticam exercícios de 15 a 30 minutos em dias alternados, alcançam uma positiva variação de humor, já após a terceira semana de atividade.

2. Ossos: exercícios regulares com pesos são fundamentais para a construção e manutenção de massa óssea.

3. Envelhecimento: ao fortalecer os músculos e o coração, os exercícios podem ajudar a manter a independência física e a habilidade para o trabalho, retardando o processo de envelhecimento.

4. Stress e ansiedade: atividade física libera os hormônios acumulados durante os momentos de stress, e também funciona como um tranqüilizante natural.

5. Colesterol: exercícios regulares aumentam os níveis de HDL (lipoproteína de alta densidade, o bom colesterol) no sangue, fator associado à redução de riscos de doenças cardíacas.

6. Auto-estima: as pessoas que praticam exercícios regularmente sentem-se mais confiantes.

7. Sono: quem se exercita, cai no sono com mais facilidade, dorme profundamente e ainda acorda restabelecido.

8. Doenças crônicas: os sedentários são duas vezes mais propensos a desenvolver doenças cardíacas. A atividade física regula a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o diabetes.

9. Capacidade mental: muitos estudos já mostraram que as pessoas ativas têm reflexos mais rápidos, maior nível de concentração e memória mais apurada.

10. Câncer: as pesquisas sugeriram que mulheres sedentárias têm duas vezes e meia mais chances de desenvolver câncer nos órgãos do sistema reprodutor e ainda um risco duas vezes maior de ter câncer de mama.

fonte: http://vidaesaude.net

sábado, 29 de setembro de 2007

Centro Educacional Vicente Pires faz parceria com a SOPENSAR














O Centro Educacional Vicente Pires é o mais novo parceiro SOPENSAR. Preocupados com a educação de qualidade e o pleno aproveitamento do potencial de cada aluno, bem como em estimular a qualidade na interação dos envolvidos no processo ensino-aprendizagem, o CEVP firmou parceria com a SOPENSAR nesta última quinta-feira (27/09). O intuito é ampliar o atendimento psicopedagógico de seus alunos e respectivos familiares, disponibilizando serviços especializados em condições bem acessíveis.

Durante a reunião de assinatura do contrato de parceria, o diretor do CEVP, Sr. Vinicius, e sua coordenadora pedagógica, Sra Adriana, reiteraram que fazem questão do processo contínuo de qualificação de toda sua equipe de professores e demais funcionários que, por intermédio desta parceria, a partir de agora poderão contar sempre com palestras e work-shops na escola visando o intercâmbio técnico multidisciplinar entre a equipe da SOPENSAR e a equipe pedagógica do CEVP.

São iniciativas como esta que fazem diferença no desenvolvimento integral da criança em processo de ensino-aprendizagem e a equipe da SOPENSAR só tem a parabenizar o compromisso demonstrado pelo diretor Vinicius e a coordenadora-pedagógica Adriana por este ato de zelo e compromisso com a educação de qualidade de seus alunos. Parabéns!

sábado, 15 de setembro de 2007

É possível perder a auto-estima?

por Sonia Maria Tavares de Menezes
Psicóloga CRP/DF 03047

A auto-estima pode variar em termos qualitativos, mas “perder” eu não acredito, ou seja, a pessoa pode estar com baixa auto-estima ou não. Auto-estima é o valor subjetivo que cada pessoa atribui a si mesma, portanto, não é possível que alguém perca o seu valor, mas é possível que esse valor possa estar deturpado em função de alguma vivência negativa. Quando a auto-estima não corresponde à realidade é hora de fazer psicoterapia para estabelecer os ajustes necessários, no sentido de autoconhecimento e, assim, a pessoa possa ter melhor compreensão de suas dinâmicas e características pessoais, reconhecendo o seu real e justo valor.


As principais causas da baixa auto-estima são:

autocríticas, críticas, culpa, abandono, rejeição, maus-tratos, abuso físico, sexual e emocional, carência, comparações, frustração, vergonha, cobranças exarcerbadas, insegurança, timidez, medo, humilhação, raiva e principalmente perdas e dependência (financeira e emocional).


Sintomas da baixa auto-estima:

necessidade: aprovação, reconhecimento, agradar, dependência, não acredita em si mesmo, não se permite errar, perfeccionista, sentimento de não ser capaz de realizar nada, não acredita em nada, em ninguém, porque na verdade, não acredita em si mesmo, dúvidas constantes, duvida de seu próprio valor, depressão, ansiedade, inveja, medo, raiva, agressividade, comodismo, dificuldade em crescer profissionalmente, sentimento de inferioridade.

Sonia Maria Tavares de Menezes é psicóloga, especialista em comportamento humano.

Contatos: 3351-4374 | 9921-8170

Alimentação Saudável

Várias são as discussões, no que diz respeito à alimentação saudável, seja em grandes meios de comunicação ou até mesmo numa roda de amigos. Mas o que realmente é uma alimentação saudável? A alimentação saudável é aquela que satisfaz as necessidades diárias de um individuo em nutrientes, vitaminas e minerais.

Uma alimentação saudável pode ser obtida através da escolha adequada, equilibrada e variada dos alimentos, sendo saudável um prato de alimentos rico em cores. Quanto mais coloridos, maior a quantidade de benefícios você estará ingerindo, portanto dê preferência a frutas, verduras, alimentos integrais e evite sempre: frituras, alimentos ricos de pastas, maioneses, cremes ricos em temperos etc.

E lembre-se: alimentação saudável melhora a qualidade de vida! Tenha uma alimentação saudável!

Leiliane Cardoso Xavier é Nutricionista pós-graduanda em saúde pública.

Contatos: 8413-4473 - leiliane.xavier@gmail.com

Síndrome de Burnout em professores

Fonte: www.novaescola.com.br | Amanda Polato

Que muitos professores sofrem de estresse não é novidade. Do que pouca gente se dá conta é da gravidade do problema. Gisele Levy fez uma pesquisa pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e descobriu que 70% dos professores de cinco escolas de Ensino Fundamental de Niterói (RJ) apresentavam sintomas da Síndrome de Burnout (expressão em inglês para perda do fogo ou da energia). E pior: conversando com os educadores, percebeu que eles consideram isso como algo normal da profissão!

Por não constar ainda no Código Internacional de Doenças, Gisele, assim como outros pesquisadores, considera a Síndrome de Burnout como um estresse ocupacional crônico, um fenômeno que ocorre diariamente e está relacionado ao trabalho. É o que justifica o afastamento de função. Afinal, o que é essa síndrome?

Os principais sintomas são: exaustão emocional, falta de realização pessoal e despersonalização. No caso da Educação, os profissionais precisam lidar o tempo todo e diretamente com crianças e jovens em formação. "E na medida em que surgem falhas, como a violência, o desrespeito e a falta de instrumentos de trabalho, o relacionamento com os alunos fica afetado", explica Gisele. 86% do total de professores que responderam à pesquisa se sentiam ameaçados em sala de aula. "Tanto em regiões nobres quanto pobres, a sensação de ameaça e medo da violência de dentro e fora da escola é grande", conta.

Resultado: o professor começa a ficar extremamente cansado (física e mentalmente), perde a paciência com os alunos, falta ao trabalho e adquire comportamentos que nem ele percebe a princípio. "Todos os relacionamentos interpessoais ficam prejudicados, até os familiares, amorosos", completa a pesquisadora. É a despersonalização. Há um distanciamento dos outros, de uma maneira geral. O professor entra na sala, mas é como se não estivesse lá. Faz o básico e vai embora. "Ele sente que não pode resolver tudo na classe, dar todas as soluções, e começa até a não usar os conhecimentos que possui", resume.

De acordo com a pesquisa, os educadores que mais sofrem da síndrome são os mais jovens, porque aos problemas soma-se a inexperiência, e os mais apaixonados pela profissão, que a vêem como realização pessoal. Ao contrário do que se possa dizer no cotidiano escolar, quando alguém pede afastamento do cargo, isso não deve ser encarado como um evento natural. Os outros professores, a escola e a secretaria de educação precisam ficar atentos às condições de trabalho e ao efeito delas na saúde dos profissionais. O estresse é uma doença crônica que exige tratamento e que, se não for levada em consideração, pode gerar outras complicações, como problemas cardíacos e alcoolismo. Quem apresentar alguns dos sintomas citados precisa procurar a avaliação de especialistas. Importante dizer que o desenvolvimento da Síndrome de Burnout também é influenciado pela história de vida da pessoa afetada, pelo modo como ela lida com os problemas, entre outros fatores.

Importante salientar que os sintomas da Burnout podem ser debelados por meio de psicoterapia. Em todo caso a prevenção é sempre o melhor remédio!

Um bicho-papão chamado depressão infantil

Atualmente cerca de 3 a 11% da população adulta sofre com esta doença. Embora não escolha idade a Depressão também tem sido detectada, com relativa freqüência, em um número cada vez maior de crianças. Estudo recente revelou que 15% dos adolescentes e 90% das crianças sofrem de Depressão, contrariando pesquisas anteriores que constatavam a Depressão em apenas 10% da população infantil. De difícil diagnóstico no público infantil, esta doença desafia pais, professores, médicos e psicólogos. Todos precisam estar atentos para reverter o quadro, o quanto antes, e amenizar o impacto negativo de seus efeitos, que podem durar por toda uma vida quando não tratados devidamente.

A origem da Depressão na criança
Ainda permanece desconhecida a origem exata da Depressão, tanto em adultos quanto em crianças. A explicação científica mais atual que se tem é da ocorrência de um desequilíbrio bioquímico caracterizado pela queda nos níveis de Serotonina (responsável pela motivação, apetite, humor), Noradrenalina (responsável pela energia física, interesse, concentração e sono) e Dopamina (responsável pela sensação de prazer e bem-estar). Essa desestabilização hormonal, por sua vez, pode ser desencadeada variavelmente por eventos biológicos causados por: vida sedentária, problemas glandulares, mutações adaptativas (idade) e alimentação insuficiente ou inadequada. Sabe-se que uma alimentação pobre em carboidratos (encontrado no arroz, milho, trigo e outros cereais) pode desestabilizar a produção de Serotononia e provocar o estado depressivo. A Dra Tânia de Guedes Muniz Gaspar, nutricionista em Brasília, acredita que a dieta desequilibrada, baseada em lanches rápidos, associada a outros fatores, contribui para o estado depressivo em crianças.

Esta disfunção química no cérebro também pode ocorrer provocada por eventos psicológicos considerados traumáticos, tais como: perdas significantes (morte de ente querido), frustrações (escolares, sociais), conflitos familiares (brigas, divórcio), mudanças adaptativas (escola, bairro, cidade) e que também afetam a produção de neurotransmissores causando oscilação de humor, ansiedade e inclusive o pânico.

Como reconhecer a Depressão na criança
Um sintoma isolado ou esporádico não pode caracterizar nenhuma doença. Antes, é preciso vários sintomas ocorrendo ao mesmo tempo e, mesmo assim, por um período maior que duas semanas. É preciso ter bom senso no uso dessas informações, sabendo que o médico, de preferência o psiquiatra, e o psicólogo são os profissionais mais indicados para realizarem a observação e a entrevista clínica para fins de diagnóstico e prognóstico. Entretanto, os pais devem ficar atentos aos seguintes sinais:

0 a 3 ANOS
Bebês, nesta faixa etária, ficam indiferentes ao meio, seu semblante é triste e seu olhar vago e lastimoso. Ficam quietos a maior parte do tempo. Próximos à inércia, mal balbuciam e quase não reagem aos estímulos visuais e auditivos. Quando movimentam braços ou pernas é com lentidão que o fazem. Geralmente este comportamento é acompanhado por moderação no apetite e prolongamento do período de sono habitual. Perturbações psicossomáticas também podem ser observadas, tais como: taquicardia, reações alérgicas freqüentes, respiração ofegante, dores no corpo sem causa aparente refletidas por choros pesarosos e sofridos.

Entre os 2 e 3 anos a Depressão pode manifestar-se com quadro de Ansiedade de Separação, onde podemos observar uma maior aproximação e apego excessivo à pessoa de maior convívio, geralmente a mãe. Outros sinais da Depressão, nesta faixa etária, são: atraso da linguagem, encoprese (faz cocô na calça mesmo depois de aprender a usar o piniquinho) e enurese (faz xixi na calça ou na cama). Somente nos casos de Depressão grave, pouco comum nesta idade, podem aparecer idéias delirantes onde a criança afirma estar vendo vultos, imagens e bichos ou mesmo dizer amedrontada que algo ou alguém quer pegá-la.

3 a 10 ANOS
Nesta faixa etária as crianças deprimidas somatizam o transtorno afetivo, o qual se manifestará através de dores por todo o corpo, em especial na região da barriga e cabeça. Geralmente têm dificuldade em ganhar peso e apresentam algum déficit em seu crescimento. Além do semblante triste, estão sempre nervosas e irritadas, ficam hiperativas e também mais agressivas. Oscilam facilmente entre a coragem e o medo inespecífico. Perdem o interesse por atividades lúdicas e apresentam perdas significantes no rendimento escolar devido a maior dificuldade de concentração. As respostas aos estímulos são freqüentemente desproporcionais, por exemplo: destrói furiosamente um brinquedo só porque a pilha acabou.

É também nesta fase do desenvolvimento, dos 3 aos 10 anos, que a criança aprende e experimenta suas competências sociais, colocando em prática sua capacidade de relacionar-se e competir com as outras pessoas. Estão sempre se comparando no intuito de se afirmarem como pessoa. As manifestações indicativas de Depressão, mais comuns nesta fase, são a propensão ao isolamento e a timidez exacerbada, percebida nas atividades coletivas. Pensamentos auto-depreciativos, bem como a mentira tornam-se mais freqüentes. Sabe-se que muitas das dificuldades de aprendizagem têm como pano de fundo a Depressão nesta fase da vida.

Entre 6 e 12 anos, as crianças acometidas de Depressão, além dos sintomas básicos anteriormente citados, podem apresentar também comportamento anti-social grave, contrariando os princípios sóciofamiliares e passam a cometer, propositadamente, delitos, condutas agressivas e até pequenos furtos, sendo erroneamente rotulados de “delinqüentes” quando na verdade precisam de atenção e assistência.

Tratamento
Como toda e qualquer doença, quanto antes diagnosticada e tratada, melhor será a recuperação. Hoje em dia o tratamento é muito eficiente e, levando em consideração o estágio da doença, a idade e a estrutura biopsicosocial de cada criança, a melhora pode ser sentida logo nos primeiros meses de medicação combinada com terapia cognitiva. O tratamento pode durar entre 3 meses a 2 anos.

Segundo informações médicas, evita-se o tratamento com antidepressivos em crianças menores de sete anos, sendo preferido o acompanhamento psicológico mais intenso.

Sinais de alerta mais comuns:
Os pais ou responsáveis devem procurar o médico ou o psicólogo ao perceber três ou mais sinais concomitantes, por um período maior que duas semanas.

0 a 3 anos
ü choros paroxísmicos (constantes e histéricos)
ü perda de apetite ou recusa de alimentação
ü alteração ou perturbação do sono
ü letargia (a criança fica mais lenta)
ü baixa resposta à estímulos verbais e visuais
ü apego exagerado à pessoa mais próxima, como a mãe.

3 a 6 anos
> mudanças acentuadas no comportamento
> quietude (ficam mais tempo sem fazer nada)
> ansiedade ou agitação descomedida
> quebra constante de objetos
> falta de interesse em brincadeiras e atividades com os amigos
> irritabilidade aflorada e condutas agressivas
> indisciplina (desobediência e provocações)
> dificuldade ou resistência na realização de tarefas comuns como banho e alimentação

6 a 12 anos
> dificuldade de interação pessoal
> comportamento arredio
> sentimentos de rejeição e de baixa auto-estima
> predileção por atividades de risco provocando contusões e machucados
> queda no desempenho escolar
> regressão do comportamento (agir como se tivesse menos idade)
> tristeza com isolamento
> mal-humor e desinteresse geral

A principal dificuldade no diagnóstico preciso da Depressão Infantil está nas semelhanças que têm os sintomas da doença com as características próprias da idade, podendo deixar confuso até os mais experientes profissionais. Além das crianças nem sempre saberem explicar exatamente o que estão sentindo, outros fatores igualmente responsáveis pelo diagnóstico equivocado são a imperícia e a negligência profissional.

15% dos professores da Região Centro-oeste sofrem de Burnout

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