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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Link Correto: Guia rápido da Reforma Ortográfica

Guia Rápido da Reforma Ortográfica

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Chafic Jbeili
Psicanalista e Psicopedagogo
Diretor e editor Chafic.com.br - www.chafic.com.br
Diretor-executivo ABMP/DF - www.abmpdf.com
Presidente Sopensar - sopensardf.blogspot.com

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Suporte e formação continuada para educadores
(61)3377-9175 | (61)8490-3648
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E-mail: secretaria@chafic.com.br
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domingo, 25 de outubro de 2009

[Cursos Prof. Chafic] Violência Infantil

Recomendo:
Curso livre EAD: Violência Infantil: Identificação e Prevenção

Carga Horária: 90h/a
Investimento: R$179,10
3X R$ 59,70 - Sem Juros no cartão!

Aula presencial Pós-Graduação (Ceilândia-DF)

Pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional com ênfase no Desenho Infantil.

Evento: Aula Presencial - Terceiro Módulo:
Data: 07 de novembro de 2009.
Horas: das 9h às 17h
Local: Colégio Eficaz, QNM 5/7, Área Especial A, Ceilândia Sul / Brasília-DF, CEP: 72215-055
Café da manhã: SIM.
Facilitadora: Profa Cintia Folgierini

Canais de atendimento e informações:
Coordenação Técnica: Prof. Chafic Jbeili - chafic.jbeili@gmail.com
Coordenação Operacional: Rose Jbeili -  rosejbeili@gmail.com
Secretaria: Nara Rúbia - secretaria@chafic.com.br
Suporte ao aluno: Tatiane Lima: suporte@chafic.com.br

Disciplina:
A prática clínica e institucional no âmbito da psicopedagogia:

Por meio desta disciplina o cursista estudará as bases legais da Constituição Federal, a LDB e outras portarias que normatizam a prática psicopedagógica, bem como os objetivos dos concursos públicos para contratação de psicopedagogos para as redes de ensino público e a atuação deste profissional na área de Recursos Humanos em empresas particulares, além de outras instituições como hospitais, clínicas de reabilitação, creches e casas-lares. Ao final deste módulo o cursista terá compreendido os aspectos legais da prática psicopedagógica bem como conhecerá seu vasto campo de atuação, podendo escolher em qual ambiente deseja efetivar sua prática profissional

Informações e reservas:
Rose Jbeili - Coordenação Operacional
rosejbeili@gmail.com
(61)3377-9175

www.Chafic.com.br
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terça-feira, 25 de agosto de 2009

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Desenhos ajudam identificar casos de abuso e violência infantil

Aumenta número de casos de violência sexual contra jovens

Um levantamento da secretaria de Saúde de SP mostra que dos casos de violência atendidos em serviços públicos, 38% são contra crianças e adolescentes. A violência sexual representa 30% dos casos.

Patrícia Taufer - São Paulo para o Jornal Hoje da Rede Globo.
Assita a reportagem em: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1107936-7823-AUMENTA+NUMERO+DE+CASOS+DE+VIOLENCIA+SEXUAL+CONTRA+JOVENS,00.html

Na maioria das vezes o menor não conta pra ninguém que está sendo vítima. Mas é possível descobrir que alguma coisa está errada analisando o comportamento, as brincadeiras e os desenhos das crianças.

Nem sol nem casinha. Os desenhos aqui, feitos por meninas de oito a doze anos, vítimas de violência sexual dão uma idéia do que se passa na cabeça delas.

A garota de 12 anos vê o mundo sem cor depois da violência que sofreu de um pedreiro que estava trabalhando na casa da família.

Outra menina, também de 12 anos desenhou o padrasto que abusou dela num túmulo.

Nesse outro, a criança de oito anos, violentada pelo marido da avó faz a própria justiça. O agressor, atrás das grades. Ela feliz. E um comentário: bem feito!

Médicas e psicólogas que trabalham num hospital, referência no atendimento à vítima de violência, dizem que muitas vezes a criança fica em silêncio porque tem medo do agressor.

“Muitas vezes ele fala que se ela contar para alguém, ele vai matar a mãe, a mãe é o que esta criança tem de mais especial, de mais importante em sua vida, e aí isso faz com que ela se cale e não conte para ninguém”, comenta Daniela Pedroso, psicóloga do Serviço de Violência Sexual.

Nem sempre as crianças conseguem desenhar. Falar então, é ainda mais difícil, mas segundo especialistas, elas sempre dão algum sinal de que algo não vai bem. Mudam o comportamento e é aí que os pais precisam ficar mais atentos.

A criança fica agressiva. Passa a maltratar animais, destruir brinquedos. Vai mal na escola e mostra que tem medo de ficar sozinha com adulto. Além disso, tem atitudes regressivas: volta a fazer xixi na cama, pede mamadeira, quer dormir com os pais.

Foram esses sinais que despertaram a atenção de uma mãe. Um vizinho chamou o filho dela, de 10 anos para dar uma pipa e abusou dele no banheiro. O menino parou de comer, não brinca mais, tem medo de tudo.

“Ele não entra no banheiro sozinho, tenho que dar banho, ele já é uma criança de 10 anos, tenho que por a roupa, então ele precisa de ajuda!”, diz a mãe.

Não há dúvida de que ele precisa de ajuda e a primeira coisa a fazer é procurar um acompanhamento médico. Os psicólogos afirmam que mesmo depois de viver um trauma como esse, a criança que recebe tratamento pode voltar a ter uma vida normal.

Fonte: Jornal Hoje, edição do dia 20/08/2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

Pós-graduação inédita!




Pós-graduação inédita!
Assessoria de Imprensa - Chafic.com.br

Montes Claros-MG, julho de 2009.

O prof. Chafic Jbeili esteve na cidade de Montes Claros (MG), nos dias 10 e 11 de julho para fechar parceria com a Faculdade Santo Agostinho (FASA), por meio de convênio que possibilitará a realização de uma pós-graduação inédita: Trata-se do curso de especialização lato sensu em psicopedagogia clínica e institucional com ênfase na leitura do desenho infantil.

Estiveram presentes na reunião o excelentíssimo senhor prof. André Mori, secretário municipal de tecnologia e coordenador de pesquisa e pós-graduação da FASA; profª MsC Tilde Miranda Sarmento, coordenadora de ensino da FASA; profª MsC Ilma de Almeida, coordenadora do curso de pedagogia; entre outros integrantes da equipe técnica. Juntos reiteraram o compromisso com a qualidade do ensino e a responsabilidade social para com os alunos das instituições conveniadas.

O prof. Chafic Jbeili esteve presente na condição de diretor e editor do site Chafic.com.br e como diretor executivo da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal (ABMP/DF), titular do referido convênio que será ministrado sob sua coordenação na capital federal, Brasília-DF.

O curso de pós-graduação em psicopedagogia com ênfase no desenho infantil pretende oferecer aos acadêmicos noções práticas do dia-a-dia psicopedagógico nos âmbitos clínico e institucional. Maiores detalhes e outras informações poderão ser obtidas diretamente com o prof. Chafic, em Brasília ou através do e-mail: chafic@chafic.com.br.

Fonte: Laila Jbeili
Assesora de Imprensa - Chafic.com.br
e-mail: imprensa.chafic@gmail.com
(31)8484-0135

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quinta-feira, 26 de março de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

Exercícios de alongamento na frente do computador

Pescoço

Ficar na posição sentada, sem encostar a coluna, mantendo-a reta, inclinar a cabeça para o lado puxando-a com uma das mãos, manter o outro braço esticado e com a mão em extensão.

Ombro

Puxar com uma das mãos o cotovelo até sentir alongar a região posterior do ombro.

Extensores de punho

Manter um dos braços estendidos, dobrar o punho para baixo com o auxílio da outra mão, repetir o mesmo com a outra mão.

Alongamento e compressão dos dedos

Com as mãos para a frente e as palmas voltadas para baixo, estire os dedos o tanto quanto puder, mantenha-os nessa posição por alguns segundos; em seguida feche as mãos com toda força.

Punho

Flexionar o polegar e segurá-lo com os dedos e realizar um movimento de desvio para baixo.

Flexões das pontas dos dedos

Com a mão direita estendida, dedos juntos e palma voltada para baixo, force os dedos contra a palma da mão esquerda, mantenha a posição por alguns segundos e solte-os suavemente. Repita as flexões nos dedos da outra mão e assim por diante.

terça-feira, 17 de março de 2009

Curso EAD Neurociências da Aprendizagem

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Como vai?

Ao cumprimentá-lo(a) apresento-lhe um excelente curso de 180 horas, certificado pela Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal, para você fazer à distância, ao seu tempo e no conforto de seu lar ou escritório.

Para tê-lo(a) como cursista estou oferecendo três condições especiais para você adquirir este curso:

1) PREçO: Desconto de R$175,00, ou seja, de R$450,00 por apenas R$275,00 (somente até 31/03/2009)

2) PRAZO: Você poderá pagar em até 12 parcelas no seu cartão de crédito pelo sistema Pagseguro ou em até 3X no cheque (entrada + 30 e 60 dias direto).

3) PROMOçãO: Os sete primeiros inscritos com pagamento e matrícula devidamente efetivados irão ganhar o livro "Teorias e Prática de Letramento" da dra Lia Scholze, editado pelo INEP/MEC.

Investimento:
De R$450,00 por R$275,00. Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.

áreas: Magistério, Pedagogia, Psicopedagogia, Psicologia, Psicanálise.

Nível: Curso livre de atualização profissional.

Titulação: Atualização Profissional em Neuroeducação

Apresentação:Muito se tem especulado sobre as atividades cerebrais no momento da aprendizagem. Novas teorias, conceitos e metodologias tentam desvendar esses mistérios para nós profissionais da área da saúde e educação , tentando facilitar o manejo da criança com dificuldades para aprender.

A proposta desse curso não é ditar regras ou normas que magicamente facilitem esse processo. Nosso objetivo é desvendar os caminhos da aprendizagem, de como o cérebro funciona, os mecanismos de interações que o envolvem e como de fato o cérebro aprende.

Ao profissional de hoje, que á luz da neurociência se tornará um neuroeducador, estratégias serão traçadas, conhecimentos delineados e uma nova visão das dificuldades de aprendizagem.

Baseada nos mais modernos conceitos e estudos sobre a neurociência do comportamento e da aprendizagem , viajaremos pelo cérebro, descobrindo suas redes e tramas onde o processo atencional, a leitura, a escrita e o conhecimento matemático se estabelecem.

Objetivo: Oferecer atualização temática a acadêmicos e profissionais de nível superior, interessados no estudo das bases epistemológicas da aprendizagem com ênfase nos processos biológicos da neuroaprendizagem e na aplicação prática dos conhecimentos adquiridos para potencializar os processos ensino-aprendizagem e intervenções psicopedagógicas. Não se trata de técnica médica ou psicológica cujas prerrogativas de estudo e aplicação são restritas a médicos e psicólogos. A abordagem é meramente psicopedagógica.

Público-alvo: Acadêmicos em fase de graduação ou especialização; Mestrandos; Doutorandos e Profissionais da Educação Infantil, Pedagogia, Arte terapia, Psicanálise, Psicologia, Serviço Social, Sociologia Clínica, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e demais estudiosos interessados pela temática e pesquisa sobre Neuroeducação.

Duração estimada: Mínimo 30 dias, máximo 180 dias.

Metodologia: Você acessa a apostila no ambiente de estudos EAD (plataforma Moodle), estuda nas horas vagas e tem até seis meses para apresentar as atividades avaliativas.

Carga horária certificada: 180 horas | Totalmente à distância.

Data de início: 30 de março de 2009. Você paga, garante sua vaga neste curso, preenche a ficha de inscrição e recebe orientações iniciais por e-mail.

Pré-Requisitos: Estar cursando ou ter concluído curso superior, mestrado ou doutorado nas áreas de Educação ou Saúde. Ter noções básicas de informática e internet para acessar os arquivos em biblioteca virtual, participar de Fóruns e abrir documentos em Word e PDF.

Tópicos abordados:

Modulo I
1.1 introdução à neurociencias
1.2 anatomia da aprendizagem
1.3 genética da aprendizagem

Modulo II
2.1 dificuldade para a aprendizagem
2.2 fatores envolvidos no processo de aprendizagem
2.3 manejo da criança com dificuldades para a aprendizagem

Modulo III
3.1 áreas cerebrais envolvidas na leitura
3.2 arquitetura da leitura
3.3 o cérebro e a matemática
3.4 o cérebro e as dificuldades em matemática

Modulo IV
4.1 memória e aprendizagem
4.2 memória e atenção
4.3 memória e ansiedade
4.4 as funções executivas e o aprendizado
4.5 plasticidade cerebral e aprendizagem

Tutoria EAD: A autora e tutora deste curso é a Dra Vera Mietto - Fonoaudióloga formada pela UESA e especialista em psicopedagogia pela UCAM, acumula 30 anos de experiência nas áreas clínica e docente, fazendo atendimento clinico fonoaudiológico e atuando junto a equipe formada por psicologos cognitivos comportamentais, ministrando cursos e palestras.

Certificação: Todos os certificados serão emitidos pela OSCIP Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal – ABMP/DF, em conformidade com a legislação vigente sobre cursos livres de atualização profissional e por isso está isento de qualquer reconhecimento. Base legal: Lei de Cursos Livres, nº. 9394/96 art. 67 e 87, inciso III e Parecer nº. 64/2004 - CEDF.

Investimento:
De R$450,00 por R$275,00. Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Curso: Genograma Familiar em Psicopedagogia

Prezado(a) amigo(a), como vai?

Atendendo a inúmeros pedidos de minhas alunas do curso de psicopedagogia, lancei no site Chafic.com.br o curso: Genograma Familiar em Psicopedagogia.

O Genograma é um excelente recurso gráfico para se ter um panorama geral da situação familiar de nossos educandos em processo avaliativo. E, neste curso, quem se inscrever aprenderá elaborar o Genograma e fazer sua interpretação, enriquecendo o processo investigatório das dificuldades de aprendizagem.

As matrículas estão abertas e o início é em até 48horas após a inscrição. Veja mais detalhes deste curso em: http://cursoschafic.com/genograma.html

Abraços,
Chafic
--
Chafic Jbeili - chafic@chafic.com.br
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A valorização do tudo-sei pela repressão do não-saber.

Chafic Jbeili (24/11/2008)

"Tudo que sei, é que nada sei". Com esta afirmativa, Sócrates foi tido como falso-modesto. Suas explicações sobre a vida, o céu e a Terra; e tudo que havia entre estes não condizia com o nada-sei socrático. O sábio filósofo, entretanto, não fazia esta afirmativa em cima do que estava cônscio saber, muito menos sobre um saber natural, mas daquilo que ele sabia não saber.

Quando Sócrates recebeu do oráculo, o título de homem mais sábio de sua época resolveu averiguar se era realmente merecedor deste título. Se ele fez isto por puro narcisismo, por baixa auto-estima ou por mera curiosidade, não importa, a verdade é que, o jovem foi a campo pôr à prova o mérito recebido:

Sócrates arguiu os célebres sofistas, os ecléticos políticos, os eloqüentes poetas e até os habilidosos artesãos. Todos não souberam explicar o que aparentavam dominar, era um domínio artificial ou natural e espontâneo. Foi então que Sócrates chegou à conclusão que, é mais sábio o homem que tem consciência daquilo que não sabe, do que aquele que julga ser sabedor de alguma coisa.

Quantas pessoas não se enaltecem por causa de um dom ou habilidade como se tivessem plena consciência daquilo que fazem sem saber explicar como souberam fazê-lo? Afirmam-se no suposto saber e não admitem estarem equivocados ou ter necessidade de saber mais. Não dão o braço a torcer! Sustentam suas idéias e opiniões até o último momento e depois dizem que o problema está no receptor e não no transmissor ou na própria mensagem.

É na infância que o "não sei" começa ser reprimido pela negligência e impaciência dos pais aos "porquês" dos filhos. Na verdade, não é a curiosidade do filho que incomoda, mas a situação de ter o não-saber parental sendo provocado, revolvido eu diria.

É na escola que esta repressão ganha respaldo científico, pela valorização do "tudo sei". A cultura da prova e da avaliação quantitativa conduz a este pensar pouco construtivista. Aos debilitados, desatentos, desprivilegiados de memória, resta a infame "cola" escolar, semente do plágio acadêmico na universidade que se transformará na árvore da falsidade ideológica.

Quão mal pode fazer ao ego imaturo admitir a própria ignorância, o próprio não-saber? Valorizar o não-saber ao invés de se gabar de um saber natural ou de uma boa memória é uma demonstração de sabedoria e não de incompetência.

Por quê exatamente algumas pessoas temem dizer "eu não sei"? Medo de serem reprovadas nos testes? Ridicularizadas? Rejeitadas? Desrespeitadas? Eu, Chafic, realmente não sei.

É incrível como as pessoas elaboram respostas e manipulam palavras com a habilidade de um orador, político, poeta ou de um artesão na vã tentativa de tentar explicar o inexplicável ou aquilo que não se sabe ou, ao menos, mal consegue admitir não saber. O conselho oriental adverte: "Aquele que não sabe e não sabe que não sabe, ignora-o. Aquele que não sabe e sabe que não sabe, ensina-o. Aquele que sabe e sabe que sabe, siga-o!".

A melhor e mais sábia resposta ante um eventual não-saber é sempre um simples "eu não sei"; não como falsa modéstia, mas como expressão da verdade, naquele momento – E a verdade com amor, é sempre a expressão de respeito para com o outro – Reaprenda dizer "eu não sei"; em respeito ao outro, em respeito a você mesma e, experimente o poder do não-saber!

Como você vai fazer isso? Eu realmente não sei! Simplesmente experimente não ter que demonstrar saber tudo, inclusive o que julga saber.

Chafic Jbeili - www.chafic.com.br
chafic@chafic.com.br
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Como permanecer casada para sempre!

Chafic Jbeili – www.chafic.com.br

Zezé di Camargo brincou em público dizendo que “casamento deveria ter prazo de validade” e sugeriu dez anos. Evocando a teoria da relatividade, Vinícius de Moraes cantou sobre o amor: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure...”.

Em primeiro lugar, quero dizer que não é qualquer relacionamento que se pode desejar manter para sempre. É preciso que tanto a situação quanto a pessoa devam ser realmente especiais ou pelo menos suportáveis, em um estado mínimo de harmonia, do contrário não valerá a pena eternizá-los, não é mesmo? Quem quer viver para sempre em uma situação de desrespeito e violência? Este é o limite máximo para o ponto de ruptura. Se não há abuso psicológico ou violência física, então há esperança para promover e ampliar a harmonia! O resto a gente dá um jeito e a primeira providência é fazer as pazes com o fator mudança e investir nas expectativas.

Aceite as mudanças para que haja expectativa de convivência consensual. O que esperava acontecesse com o príncipe que você conheceu e fez juras de amor eterno? Ele não é o mesmo e você também não é. Vocês mudaram! Estas mudanças, em geral, é que fazem os relacionamentos desandarem, pois as pessoas estão sempre dizendo “você não é mais o mesmo...” e perguntam: “Cadê aquela pessoa maravilhosa que eu conheci há tantos anos atrás?”. Era só tipo? A gatinha virou baleia, e o cavalheiro agora é um grosso estúpido e insensível?

Acontece que as pessoas mudam o tempo todo. Umas para melhor, outras para pior, mas ninguém permanece do mesmo tamanho, com o mesmo peso, aparência ou comportamento sempre. Algumas pessoas mudam mais em determinadas áreas da vida, outras menos. Há ainda aquelas que mudaram para pior e ficaram estagnadas a espera de sei lá o quê. Contudo, a verdade é que nem todo mundo permanece do mesmo jeitinho sempre e, como bem disse o filósofo Grego Heráclito: “A única constante na vida é a mudança”.

Não exija de si, nem de seu parceiro a permanência ou retorno a um estado ideal anterior, pois se isto é impossível aos mortos, imagine para os que estão vivos e pulsantes, com o sangue correndo pelas veias? Também não exija ou espere mudanças abruptas e instantâneas. Ainda não inventaram o homem-miojo, que fica pronto em três minutos! Cada um tem o seu ritmo idiossincrático.

Procure não se estressar por causa das inevitáveis mudanças, pois esta realidade com cara de problema, se reciclada com um pouquinho de sua habilidade feminina pode revolucionar seu casamento! É preciso fazer com o relacionamento mais ou menos como se faz para reaproveitar o arroz velho de ontem que virou o delicioso bolinho de hoje! Nova forma, novo tempero, nova textura! Ou quem sabe como aquela calça jeans desbotada e ultrapassada que depois de algumas manobras vira a jaqueta da hora!

Vai por mim, não tente mudar as pessoas, mas os momentos que vive com elas. Não há homem que resista ao charme de uma mulher criativa, compassiva e romântica. Esta habilidade nas mulheres de conseguir transformar coisas velhas e ultrapassadas em coisas novas e atraentes pode ser o caminho!
Renovação é a palavra chave aqui. Renovar não apenas as juras de amor ou a lua de mel; as roupas interiores; os locais que freqüentam juntos; mas, mudar de casa ou pelo menos os móveis da casa, mesmo que apenas de lugar se não puder comprar novos; renove (quase) tudo como faria se tivesse terminado o relacionamento e começado uma nova vida.

Desfaça das coisas sem maior importância e adquira coisas novas como se tivesse acabado de casar novamente e viva novos momentos. Faça as mesmas coisas de formas diferentes! Talvez este seja o segredo de se permanecer casada para sempre, sem os inconvenientes da mesmice cotidiana. Com raríssimas exceções e alguns casos bem especiais em que a separação é inevitável e até necessária, na maioria das vezes mudar de parceiro é variar de enigma. Também não é bom que fique só. A solidão é comprovadamente degenerativa.

Considere recomeçar novos momentos com o mesmo parceiro! Pense nisto! Seus filhos ou quem sabe até netos, adorarão assistir o seu (re)casamento ao vivo e freqüentar uma nova casa. Programe uma nova cerimônia de renovação dos votos. Faça isto a cada um, cinco ou dez anos, mas faça sempre, pois como seres humanos a renovação é prerrogativa de vida.

Para permanecer casada para sempre é preciso renovar o relacionamento o tempo todo. Retirar as acusações e cobranças. Injetar o que cada um precisa do outro. A mulher oferecer reconhecimento naquilo que o homem tem feito (mesmo que no momento seja insuficiente) e o homem injetar segurança e proteção para a mulher (mesmo que ela não precise). Não há nada que subsista em bom estado sem manutenção e renovação constantes. Do corpo às máquinas, das casas à natureza, tudo precisa ser renovado em ritmos e tempos particulares.

É a constante renovação das células, dos óvulos, das idéias, do esmalte, da escovinha, dos projetos de vida, do conhecimento, do jeitinho de falar e agir, entre outras fantásticas e infinitas particularidades da vida feminina que podem assegurar ou comprometer a longevidade dos relacionamentos. Não que a mulher seja a única responsável pela duração do casamento, longe disto, mas tenho razões para crer que a renovação da mulher provoca a renovação nos homens e da sociedade de modo geral. Alguém precisa chamar esta responsabilidade para si. E se o outro não faz ou não compartilha, então que seja você a primeira a dar um passo em busca daquilo que acredita e deseja para sua vida.

70% dos divórcios são pedidos pelas mulheres. As indústrias imobiliária, automobilística, estética, educacional e outras tantas, além do setor público judiciário já descobriram a interferência das mulheres na decisão familiar. Os milenares escritos sagrados defendem há séculos: A mulher é o baluarte (coluna de sustentação) do homem! Você ainda duvida da genuína força nas mulheres?

Separei outros dois textos interessantes sobre relacionamentos na sessão downloads em meu site www.chafic.com.br: 20 conselhos para um casamento feliz e o outro artigo é um famoso texto publicado na Revista Veja em 2005, intitulado “O Segredo do Casamento” de autoria do consultor por Harvard e articulista da Revista Veja, Stephen Kanitz.

Vale a pena conferir!

E você, que tema gostaria sugerir para o texto da próxima segunda-feira?

Abraços,

Chafic

A genuína força nas mulheres

Chafic Jbeili - www.chafic.com.br

É incrível como as mulheres superam suas dificuldades e desafios de forma mais engendrada, silenciosa, produtiva, eficaz e duradoura do que os homens. E olha que não sou feminista nem machista, sou realista!

Há algum tempo eu ouvi dizer que nenhum homem suportaria vivo a dor de um parto. Esta afirmação me deixou curioso e fui pesquisar um pouco mais sobre a extraordinária força que há nas mulheres. Descobri muitas coisas interessantes que só me deixaram ainda mais fascinado por elas.

Eu já sabia que as mulheres têm mais neurônios do que os homens e talvez isto explique algumas coisas fantásticas no gênero feminino como, por exemplo, sua inteligência social, o sexto sentido, a sensibilidade aflorada e a grandeza humana, muitas vezes tão pouco explorados pelas mais jovens.

Eu li que se o mundo fosse governado por mulheres talvez não houvesse guerra, pois uma mulher não mandaria seus filhos para o campo de batalha e o mundo seria bem melhor para se viver. Elas argumentariam e fechariam grandes acordos, como as líderes mundiais da atualidade têm feito no âmbito governamental, militar, setor privado e ONG’s.

Assisti no Discovery Chanel que um dos maiores Faraós que o Egito conheceu por sua exímia administração de recursos, realização de grandes obras e gestão de pessoas era uma mulher.

Eu assisti um filme de faroeste onde o Xerife visitava uma velha amiga que estava enferma havia alguns meses e ele ficou perplexo ao ver a casa com as plantas mal cuidadas, poeira nos móveis, teias de aranha pelos cantos e tapetes sujos. Então ele soltou uma pérola: “Quando uma mulher adoece, sua casa adoece junto”, demonstrando assim como a salubridade e a manutenção da vida são íntimos ao gênero feminino e quão dependente nós homens somos delas.

Participei de uma tese em Teologia defendendo a importância da mulher para o crescimento da Igreja cristã e do cristianismo de um modo geral. A conclusão foi que se não fosse pelas mulheres da Bíblia tais como Lídia, Marta, Maria mãe de Jesus, Maria Madalena, entre outras tantas que sustentavam e zelavam por Jesus e pelos evangelistas, além de abrirem suas casas para acolher os novos convertidos nos cultos domésticos, dificilmente a Igreja cristã teria atravessado vinte séculos e se tornado uma das maiores religiões do planeta.

A Bíblia diz que na mulher reside o poder de edificar ou destruir o lar quando afirma no livro de Provérbios que “a mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola a destrói com as próprias mãos”.

A história nos conta que as revoluções empreendidas por mulheres sempre foram mais produtivas e proveitosas para toda a humanidade do que as revoluções empreendidas pelos homens, que geralmente acabavam em atrocidades e destruições irreparáveis e grandes prejuízos humanitários e econômicos.

Observando algumas crianças brincando não é difícil perceber que o grupo das meninas está cuidando de seus bebês e preparando o alimento, enquanto os garotos disputam quem tem a espada mais poderosa, o carro mais veloz ou quem cospe mais longe. Quem você pensa ter mais futuro em um Estado democrático de sistema capitalista? Quem tem espírito cooperativo nato como as meninas ou quem tem espírito competitivo e territorial como os meninos? Quem sabe lidar com pessoas e aprendeu administrar conflitos ou quem corre mais e sabe cuspir mais longe? Não tenho medo de afirmar que à mulher pertence o futuro.

Lembrei-me da história de Mary Silver (1946) contada por Bonney Sheperd: Mary foi ameaçada de morte pelo marido alcoólatra e privada de ver seus quatro filhos caso voltasse a entrar na casa onde viveu aterrorizada por aproximadamente oito anos. Seu esposo disse que mataria os filhos um a um em cada tentativa de retorno dela. Mary que equivocadamente se achava fraca e impotente decidiu ir embora apenas com a roupa do corpo para não ver seus filhos mortos. Dotada de habilidades matemáticas tornou-se contadora de uma grande empresa. Tempos depois comprou uma casa e retomou a guarda de seus filhos, tornado-se exemplo para muitas mulheres “mães solteiras” de sua época e símbolo do que seria a mulher moderna: Mais batalhadora e menos dependente.

Se você é mulher e tem um grande problema a administrar, então as estatísticas e a história dizem que você tem tudo para transformar este problema em uma grande oportunidade de vitória, aprendizado e exemplo para si e para outras pessoas, inclusive mulheres.

Um homem para se tornar grande precisa de uma grande mulher ao seu lado, mas uma mulher para se tornar grande só precisa manter a sua fé em Deus e acreditar em si mesma. Lembre-se que há muito se ouve: “Ao lado de um grande homem há sempre uma grande mulher”, nunca o contrário.

Como sou grato às mulheres da minha vida: minha mãe, esposa, filhas, irmã, tias, primas, amigas, professoras, alunas e você leitora de minhas singelas mensagens. Como sou grato a você que tanto me incentiva e me motiva com seu retorno contendo palavras de apreço e valorização de meu trabalho. Como é bom atravessar a madrugada escrevendo algumas verdades sobre você, sabendo que irá ler logo pela manhã quando abrir seu e-mail. Eu sou muito grato a você, pois sua força e sensibilidade me dão ânimo para continuar fazendo o que faço, cada vez melhor.

Se você é mulher e eventualmente duvida de sua força, saiba que uma das mais célebres primeira-dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt, afirmou: “As mulheres são como saquinhos de chá: não se sabe sua força até serem jogadas em água quente”.
Portanto, aproveite a água quente para conhecer e mostrar a sua genuína força, pois superar desafios e dar a volta por cima é o seu natural, acredite!

domingo, 11 de janeiro de 2009

Com Deus, todas as coisas são possíveis!

Chafic Jbeili

As pessoas de fé acreditam sempre que suas vidas irão melhorar, apesar dos pesares. Mas não há esperança que resista os maus agouros dos pessimistas de plantão.

É incrível como as situações de revezes afastam os amigos e atraem urubus e corvos ávidos por espalhar e perpetuar um pedacinho fugaz de má sorte aos quatro ventos, mas Grant aprendeu um antídoto eficaz, pois ele era uma dessas pessoas de fé, porém, sua fé era estática e jamais surtiria o mesmo efeito da fé dinâmica, até que foi inspirado a reconhecer isto e mudar sua própria sorte. Veja como foi:

A segunda feira parecia como outra qualquer para o técnico Grant. Ao chegar à escola, logo pela manhã, ele recebe a notícia de que seu melhor jogador havia passado para o time adversário. As coisas já não iam bem à equipe e isto parecia ser o golpe final na carreira do jovem treinador.

Ao final do expediente, depois de um dia daqueles, Grant volta pra casa e se depara com vários outros problemas cotidianos: A esposa carente de companhia; a pia da cozinha que não funciona; vazamento na tubulação do banheiro; o carro velho que não pega de primeira; contas atrasadas... Enfim, um monte de coisas pequenas que somadas fazem o corpo lançar mais cortisol e adrenalina do que o necessário, causando estresse, fadiga, desânimo e visitas recorrentes ao médico, além de franzir a testa, antecipar as rugas e provocar queda de cabelos, entre outros fenômenos psicossomáticos.

No dia seguinte, quando as coisas pareciam não ter como piorar, Grant recebe o resultado de seu check-up. O médico lhe diz, entre outras coisas, que deverá abandonar o sonho de ser pai, pois os exames acusaram esterilidade e ele não poderá ter filhos. Infeliz, Grant se isola e começa a questionar Deus. Tenta buscar forças e amenizar sua tristeza nos salmos 23 e 91. Acuado, se dirige a um lugar ermo no parque da cidade para tentar ouvir uma resposta de Deus. Pede direção, sabedoria e clama por uma solução. A quem mais recorrer, depois do médico, sacerdotes e terapeutas, quando se continua enxergar a vida em escala de cinza e a mais simples das tarefas continua parecendo algo impossível de se realizar?

Com o olhar perdido no silêncio do lugar e completamente perdido, Grant é surpreendido pelas palavras de um homem simples que se aproxima. Este lê uma das mais belas e reconfortantes passagens da Bíblia, mais especificamente no livro Apocalipse, Capítulo 3, Verso 8: “Conheço as tuas obras e eis que ponho diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar. Sei que suas forças são poucas [...]”. Impaciente, Grant interrompe o homem e pergunta: “Você acredita mesmo nisto que lê?”. Aquele desconhecido, então, responde com uma pequena história e devolve a pergunta:

- Dois fazendeiros oravam a Deus pedindo chuva para o próximo plantio, mas apenas um foi a campo preparar o terreno e semear a terra. Qual deles acreditou de verdade na própria oração? Qual dos dois acreditou que seria atendido por Deus em sua súplica? Aquele que orou e ficou esperando as coisas acontecerem sozinhas (fé estática) ou aquele que orou e foi logo preparando o terreno e semeou sua terra (fé dinâmica)? Qual dos dois é você, perguntou o homem enquanto ia embora...

A partir daquele momento, Grant teve uma série de insights e recobrou sua esperança trazendo à memória coisas que lhe davam esperanças. Decidiu mudar suas palavras e tomar atitudes. Pediu perdão a todos quantos lembrava ter ofendido nos últimos dias e perdoou outros tantos. Passou a agradecer pelas coisas simples da vida. Mal havia percebido que Deus falara com ele.

No trabalho, arregaçou as mangas e dirigiu o time como se fosse o primeiro dia de sua contratação como técnico. Escrevia bilhetinhos anônimos com frases otimistas e distribuía sorrisos. Buscou forças e determinação onde antes havia apenas mal pensamentos.

Desta forma, os corvos e urubus ficaram sem a ração do azar e foram embora. Os amigos voltaram envergonhados e novas amizades foram sendo construídas. O sucesso retornava pouco a pouco na vida de Grant e ele recobrava a confiança e admiração que haviam sido temporariamente ofuscadas.

Os acertos aumentavam gradativamente e todos os dias quando chegava para trabalhar ele encontrava um bilhetinho com frases motivacionais em sua mesa, entre estes um que dizia: “A frase NÃO TEMAS é repetida 365 vezes na Bíblia, uma para cada dia do ano. A cada amanhecer Deus lhe diz: NÃO TEMAS, POIS EU SOU CONTIGO!”.

O clima organizacional entre a equipe melhorou significativamente e, consequentemente, a produtividade aumentou também. Cada jogador passou a se dedicar mais aos treinos e obviamente o time acumulava vitórias. Não demorou muito para Grant receber aumento salarial e o merecido reconhecimento, tendo encontrado o antídoto para a superação dos momentos ruins de sua vida. Ele descobriu e optou pela fé dinâmica, decidindo colocá-la em prática. Este foi o segredo de seu sucesso.

Não é que as coisas pararam de dar errado, pois nem tudo dá certo o tempo todo, mas Grant resolveu criar o seu próprio milagre quando escolheu ser o camponês que foi preparar o terreno logo após ter orado a Deus pedindo o que queria. Ele tomou uma atitude concreta, com juízo, bom senso e discernimento. Conseguiu fazer a diferença em sua vida e na vida de muitas pessoas, transformando sua fé em ação, transformando-a de estática em dinâmica.

Moral da história: É comum quando tudo parece dar errado ficar mais tenso e irritado; perder a paciência com as pessoas mais próximas. As reações tendem a ficar desproporcionais aos estímulos. Sem querer descontam-se as frustrações do dia a dia em quem não tem nada a ver com a história e uma simples caneta que não escreve é suficiente para provocar uma bela baforada e reclamar da sorte, da vida e pensar desistir de tudo.

Quando algo dá errado parece que tudo tende a dar errado também. Neste momento muitas pessoas escolhem parar de fazer as coisas para evitar ainda mais insucesso e assim fugir do azar. Desta forma, o medo se instala e os defeitos ficam mais evidentes, fazendo-as se sentirem como peso morto, um zero à esquerda, um fracassado. Então, é natural perder o rumo e esquecer as proezas já realizadas em épocas passadas. A sensação é de que não se sabe mais o que fazer, embora continua-se acreditar em Deus e manter a fé (estática). Nestas circunstâncias não se resiste buscar um culpado, seja ele divino ou humano. Que agonia!!! Ainda bem que tem solução, ufa!!!

É bem verdade que para algumas pessoas a vida é ou parece ser bem mais difícil do que para outras. Enquanto uns granjeiam o pão com o suor do rosto, outros o recebem enquanto dormem. Assim como Grant, descobri que o segredo do sucesso é tomar uma atitude concreta e dar o melhor de si naquilo que se propõe fazer e deixar os resultados por conta de Deus. Afinal, creio eu, milagre é o resultado da fé em ação, o que chamei neste texto de fé dinâmica.

Abstraí com a lição de Grant que não devemos deixar os revezes e o medo esmorecerem nossa fé estática, mas transformá-la em fé dinâmica. Ao insistir com Deus em algo que se quer ou precisa, deve-se ir logo preparando o terreno, pois com Deus todas as coisas bem discernidas serão possíveis! E você, qual dos dois camponeses você tem sido?

*Este texto é uma síntese inspirada e modificada pelo prof. Chafic Jbeili a partir do filme “Desafio de Gigantes”.

Caminhos para aprendizagem

Chafic Jbeili – www.chafic.com.br

Porque algumas pessoas aprendem mais rápido do que outras? Porque algumas pessoas demonstram mais aptidão para aprendizagem? Será que existe uma ponte entre as dificuldades e as facilidades da aprendizagem? Será que há um caminho que pode ser trilhado por todos para alcançar o sucesso escolar ou acadêmico? Eu digo que sim!

Em primeiro lugar é preciso desvencilhar-se da péssima tendência da comparação com o outro. A única comparação viável e aconselhável é com a própria pessoa em diferentes fases. Não se deve comparar Joãozinho com o Zezinho, mas o Joãozinho com ele mesmo e o Zezinho com ele mesmo. Aquela brincadeira do antes e depois em relação a si mesmo é muito bem vinda nesse caso, desde que haja disposição para avaliar construtivamente as causas que modificaram um estado anterior para um estado atual. A comparação de qualquer natureza entre pessoas é uma tormenta tão perversa quanto imagino deva ser a própria condição do inferno.

Em segundo lugar é preciso observar as limitações irreversíveis que cada pessoa possui, entre elas, dificuldades ou debilidades nos órgãos do sentido que impedem a aprendizagem. Quanto às limitações variáveis, estas podem ser trabalhadas e as potencialidades ampliadas como é o caso da atenção e da memória, componentes essenciais para a compreensão e retenção de conteúdos essenciais ao aprender.

Em terceiro lugar é preciso compreender que o corpo é como uma máquina e precisa de combustível para funcionar. O combustível do corpo é o alimento. Alimentos ricos em fósforo, potássio, cálcio favorecem o funcionamento do cérebro e, por conseguinte a disposição para a aprendizagem.

Crianças mal alimentadas e desnutridas dificilmente terão atenção e memória suficientes para compreender e reter qualquer conteúdo. O pouco do nutriente que lhe está disponível no corpo é para manter as funções primárias (coração, respiração etc) em funcionamento e, às vezes, mal consegue mantê-la em pé.

Nota-se a disposição debilitada de crianças que já acordam cansadas e que pedem colo o tempo todo. Mal conseguem correr 20 metros e já estão exauridas. Não há energia sobrando para suprir de forma significativa as funções secundárias, tais como atenção e memória, por exemplo. Como poderão investir energia em aprendizagem? Antes de lecionar qualquer conteúdo verifique se a pessoa está alimentada e descansada.

Em quarto lugar destaco o estado emocional. Crianças que vivem em ambientes com clima de medo e tensão possuem maior quantidade de adrenalina e cortisol no organismo. A adrenalina acelera o metabolismo do corpo para elevar a freqüência cardíaca e aumentar o fluxo sanguíneo nos músculos e, assim, deixar a pessoa preparada para fuga ou defesa. Esse processo gasta enorme quantidade de glicose e oxigênio, sendo que o cérebro desprovido destes dois componentes perde sua condição de consciência e racionalidade, operando por impulso e mantendo apenas o controle das funções primárias. Como poderão dispor de atenção concentrada na atividade de aprendizagem?

Antes de lecionar qualquer conteúdo, faça algum exercício de respiração com o aprendente e proceda alguma dinâmica de relaxação para que o cérebro retome seu estado de consciência e racionalidade. Em quinto lugar, estando a criança alimentada e relaxada, utilize do lúdico para lecionar qualquer conteúdo, pois o componente emocional no processo ensino-aprendizagem é essencial para fixação de conteúdos significativos. Mesmo considerando as eventuais limitações que cada pessoa possui, aprenderá melhor e mais rápido aquele que estiver bem alimentado, com suas necessidades básicas saciadas, com baixos níveis de adrenalina e cortisol no organismo e que tenha a oportunidade de aprender brincando e brincar aprendendo. Para aprender a pessoa precisa estar adequadamente alimentada, descansada, sem excesso de cortisol no organismo, sem excesso de adrenalina, protegida para errar à vontade e estimulada a manipular o conteúdo proposto de forma lúdica e divertida.

Para selar esse processo com parafina real e formar um ciclo vicioso produtivo ofereça reforço positivo ao comportamento esperado, elogiando os resultados (por mínimo que seja) e valorizando cada pequena conquista com demonstrações de afeto, carinho, reconhecimento e amor, muito amor! Estes são os caminhos para aprendizagem e não há quem resista, ainda que haja limites e limitações nas pessoas ou no fascinante processo ensino-aprendizagem.

domingo, 9 de novembro de 2008

As bênçãos do tradicionalismo!

Por Chafic Jbeili

Ser quadrado, careta, certinho nos dias atuais é motivo de chacota. Veja como soam pejorativos os termos no início desta frase. Não imagina a importância que estas pessoas têm nas sociedades.

Bem, pesquisa recente revelou que o governo da Holanda, país onde recentemente foi liberado o uso da maconha e legalizada a prostituição, se arrependeu das medidas liberais adotadas e amarga degradação social com sérios prejuízos para os cofres públicos nas áreas de Saúde e Segurança, além de desestabilização econômica no setor imobiliário, sem falar no cerceamento à liberdade de seus cidadãos mais tradicionais que agora mudam de rua, bairro e até de cidade.

Ao contrário do que pensavam os governantes, a procura por entorpecentes aumentou ao invés de diminuir, elevando consideravelmente os índices de violência nas ruas onde funcionam pontos de vendas, aumentando o consumo de outros tipos de produtos e serviços pelo efeito da “venda casada”. Quem vai para comprar maconha, acaba comprando drogas mais fortes, bebidas, armas e utilizando os serviços de profissionais do sexo, potencializando a propagação de doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS.

Se buscarmos na história antiga, veremos que não foram as guerras ou os piores inimigos de César que acabaram com Roma, mas a degradação social pela degeneração do tradicionalismo e a liberação da prostituição e da pedofilia. Nos escritos bíblicos temos o exemplo de Sodoma e Gomorra, cuja sociedade vivia em total depravação de toda ordem, a ponto de um Sodomita ter convidado um anjo de Deus para ter relações sexuais com ele. Qual foi o trágico fim destas duas importantes cidades.
Sabe-se, contudo, que o rigor social pode causar angústias, ansiedades e até depressão, entre outras psicalgias e distúrbios do comportamento.

É preciso equilíbrio, como tudo na vida!

Tanto o liberalismo quanto o tradicionalismo precisam estar na medida justa e adequada. Os extremos são prejudiciais em qualquer circunstâncias. Lembre-se que a diferença entre remédio e veneno está na dosagem.

Prefira o tradicionalismo moderado como estilo de vida e se alguém lhe chamar de quadrado, careta ou certinho, sinta orgulho ao invés de constrangimento, pois é por causa dos tradicionalistas que a sociedade brasileira ainda mantém alguma viabilidade econômica, política e sociocultural, incluindo os aspectos religiosos.

Apologias ao fim do casamento; à produção independente ou à não-gravidez; a banalização do almoço em família; o descaso com as festas tradicionais; a moda do “ficar”; a ausência de respeito às autoridades constituídas; os movimentos neoliberais oportunistas; a acentuação do individualismo material, onde cada pessoa tem o seu telefone, o seu computador, o seu quarto, a sua televisão, o seu carro etc; bem como a precoce iniciação de adolescentes à vida sexual são exemplos de tendências sociais ao liberalismo desenfreado que promove a degradação da sociedade.

É preciso pisar no freio e se você tem o poder de fazê-lo, então faça sem remorso!
Ser liberal é moderno, legal, mas são os tradicionalistas, amantes da ordem e da decência que garantem a sobrevida de toda a sociedade, inclusive dos próprios liberais, que na minha opinião são kamikases natos e não merecem a liberdade que reivindicam.

Ninguém tem o direito de consumir felicidade sem produzí-la.

Aos quadrados, caretas e certinhos o meu respeito, consideração e apoio. Aos liberais a minha tolerância e disposição de convivência pacífica.

Chafic Jbeili
Editor Chafic.com.br
(61)3377-9175 | (61)8490-3648
Brasília-DF | Brasil
www.chafic.com.br
chafic@chafic.com.br

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Prof. Chafic é eleito Presidente da Sopensar para o biênio 2009/2010.

Prof. Chafic é eleito Presidente da Sopensar para o biênio 2009/2010.

O psicanalista e psicopedagogo Prof. Chafic, como é conhecido, foi eleito nesta terça-feira (04/11/2008) como presidente da SOPENSAR – Sociedade de Informação e Apoio Multidisciplinar em Ensino-aprendizagem, para o biênio 2009/2010.

A Instituição foi fundada na capital federal em 2006 com o intuito de congregar profissionais das mais diversas áreas do conhecimento para oportunizar intercâmbio técnico multidisciplinar e oferecer a população reuniões periódicas no formato de escola de pais, além de grupos de apoio em assuntos sociais como depressão, estresse, síndrome de burnout, qualidade de vida, alimentação saudável entre outras.

Em sua sede, a equipe de técnicos realiza atendimento individual nas áreas de pedagogia, psicopedagogia, psicologia, psicanálise, fonoaudiologia, entre outras especialidades concernentes à promoção do bom desempenho escolar e acadêmico de seus assistidos.

A Sopensar efetiva parcerias com escolas públicas e particulares para a realização de palestras temáticas, por meio de contrato de convênio, beneficiando não apenas os alunos das escolas, mas pais, funcionários e também os próprios professores com descontos importantes para atendimento nas especialidades disponíveis.

A Diretoria Sopensar ficou composta da seguinte forma:
Presidente: Chafic Jbeili – Psicanalista e psicopedagogo;
Vice-presidente: Mariana Castilhos – Fonoaudióloga, especialista em linguagem, psicopedagogia e orientação educaional;
Diretora-técnica: Sonia Maria – Psicóloga, especialista em psicologia cognitivo-comportamental e orientação vocacional;
Diretora-pedagógica: Noélia Martins – Pedagoga, especialista em psicopedagogia clínica e institucional, mediadora de PEI.
Diretora-administrativa: Rosilene Jbeili – Secretária Executiva, especialista em arquivologia e rotinas administrativas.

Em seu discurso de agradecimento o Prof. Chafic afirmou emocionado: “Vamos criar o nosso jornal e divulgar informações importantes sobre Educação e Saúde para toda sociedade. Eu preciso contar com profissionais voluntários e doadores que possibilitarão a realização desta estratégia multidisciplinar de inquestionável relevância social”.

Para conhecer mais sobre a Sopensar acesse www.sopensardf.blogspot.com

Rosilene Jbeili
Secretária-Executiva SOPENSAR

sábado, 1 de novembro de 2008

Curso: Arquitetura da Mente: Id, ego e superego

Arquitetura da mente: id, ego e superego.
Entenda melhor o comportamento humano com as descobertas de Freud sobre o inconsciente e a dinâmica psíquica entre id, ego, superego e os mecanismos de defesa.

Investimento: Parcela única no valor de R$195,00, à vista ou parcelado, inclui apostila com questionário avaliativo, suporte e certificação.

Carga Horária certificada: 80 Horas/aula | Totalmente a distância.

Data de início: Início imediato à inscrição sem necessidade de esperar formar turmas. Você paga, preenche a ficha de inscrição e aguarda as orientações iniciais.

Tutoria e suporte: O tutor dos cursos a distância é o professor Chafic Jbeili - Especialista em Psicopedagogia Clínica pela FACETEN/RR; psicanalista clínico pelo Instituto IMPAR; autor do livro Superando o Desânimo; membro fundador da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal; professor convidado dos cursos de pós-graduação em Psicopedagogia e Docência do Ensino Superior do Instituto Educacional Multidisciplinar de Brasília – IMPAR; autor e tutor do curso Stress docente: A Síndrome de burnout em professores, ministrado pela Fundação Aprender e Portal Psicopedagogia OnLIne.

www.chafic.com.br

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Curso: Orientação Familiar Integrativa

Curso livre de atualização e qualificação profissional, totalmente a distância:

Orientação Familiar Integrativa
Em 10 Módulos totalmente a distância | Não habilita ao atendimento clínico nem visa a formação de psicoterapeutas.

Sabe-se que uma das maiores causas das dificuldades na aprendizagem é a desestrutura familiar. Este fenômeno tem aumentado significativamente e provocado dissonância entre a família e a escola. Neste sentido, o curso de atualização e qualificação profissional em Orientação Familiar Integrativa tem por objetivo oferecer a educadores, em especial professores das redes pública e privada de ensino, conhecimentos teóricos em relação à dinâmica familiar no contexto atual, com especial destaque aos temas concernentes à indisciplina dos educandos, a violência escolar e o papel da escola, do estado e da família na formação de crianças e adolescentes.

Público alvo:
Psicanalistas; Psicólogos; Professores; Juristas; Advogados de Família; Orientadores; Psicopedagogos; Terapeutas Holísticos; Pastores; Pais, Nutricionistas e interessados na Terapêutica Familiar Integrativa.

Data de início: Início imediato à inscrição sem necessidade de esperar formar turmas. Você paga, preenche a ficha de inscrição e aguarda as orientações iniciais.

Tutoria e suporte: O tutor dos cursos a distância é o professor Chafic Jbeili - Especialista em Psicopedagogia Clínica pela FACETEN/RR; psicanalista clínico pelo Instituto IMPAR; autor do livro Superando o Desânimo; membro fundador da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal; professor convidado dos cursos de pós-graduação em Psicopedagogia e Docência do Ensino Superior do Instituto Educacional Multidisciplinar de Brasília – IMPAR; autor e tutor do curso Stress docente: A Síndrome de burnout em professores, ministrado pela Fundação Aprender e Portal Psicopedagogia OnLIne. Curriculo completo.

Certificação:
Realizado em parceria com o Instituto I.B.F e ABMP-DF
Associação Brasileira de Medicina Psicossomática
do Distrito Federal
Organização da Sociedade Civil de Interesse Público | Qualificada e Reconhecida pelo Ministério da Justiça

Prazo mínimo para conclusão: 06 (seis) meses
Prazo máximo para conclusão: 18 (dezoito) meses

Certificação e pagamento por módulo realizado.
Ao final dos 10 módulos o cursista receberá certificado
com carga horária total de 200 horas e direito a afiliação ABMP/DF.

1º Módulo disponível:
PSICOTERAPIA FAMILIAR
Livro base: Psicoterapias: Abordagens atuais.

Tópicos estudados:
- O desenvolvimento da terapia familiar;
- Mudanças ao longo do ciclo vital da família;
- Estrutura e dinâmica familiar;
- Estudos de casos.

Investimento Módulo 1: R$250,00
Início imediato à inscrição, sem necessidade de formar turmas.

Condições especiais
Valor
Cadastrados Chafic.com.br
R$ 125,00
Até 31/12/2008
R$ 195,00
A partir de janeiro/2009
R$ 250,00

Inclui envio de apostila, suporte e certificação modular 20h/a

Adquira agora mesmo o 1º módulo:

Efetue depósito ou transferência eletrônica para:

Chafic Adnan Jbeili
Banco do Brasil
Ag.: 3596-3 Conta corrente Nº 9689-X
Valor: R$125,00 (para membros cadastrados em Chafic.com.br)

Em seguida encaminhe todos os dados do depósito (data, agência, conta, numero do comprovante) para: chafic@chafic.com.br

O poder terapêutico e preventivo de um desabafo!

Chafic Jbeili

Quem já não “engoliu sapo”, ficou com o “ovo atravessado” ou um “nó na garganta”?

Todas estas expressões populares indicam algo que você ouviu, não gostou e na hora não pôde ou não teve como reagir, responder à altura. Bem que queria!

Quando isto acontece, a emoção fica bloqueada e emoções bloqueadas não se dissipam, mas permanecem latentes, vivas dentro de nós como algo indigesto, tal qual um sapo, um ovo atravessado ou mesmo um nó de corda.


Emoções mal elaboradas fazem mal para a mente e afetam o corpo, como é o caso da gastrite, das úlceras, das coceiras, das quedas de cabelos entre outros fenômenos psicossomáticos.

Adquira o hábito do desabafo. Fale de suas mágoas, de suas raivas, de suas indignações ou mesmo escreva, às vezes pode ter o mesmo efeito!


O cerne da cura para as neuroses está no desabafo, que Anna, paciente dos doutores Breuer e Freud denominou “limpeza de chaminé” e “cura pela palavra”. Posteriormente as analogias de Anna ganharam do pai da psicanálise o nome técnico de Catarse.


Não importa o nome: desabafo, cura pela palavra ou catarse. O importante é você falar ou escrever sobre aquilo que te incomoda. Escolha uma pessoa de sua confiança, leigo ou profissional, mas não deixe de falar do que tem te incomodado. Isto alivia as tensões e previne uma série de transtornos psíquicos, físicos e sociais.

Canalize suas energias para atividades que te relaxam e te confortam, tais como a leitura, a escrita ou a produção de algum acessório, artesanato, arte ou iguarias da culinária, por exemplo. O importante é manter a mente focada em algo produtivo e prazeroso.


Outra atividade de extrema importância e efeitos cientificamente comprovados é a oração. Falar com Deus acalma os nervos, restabelece os níveis de cortisol (hormônio do estresse) a patamares saudáveis, liberando endorfinas e aliviando o sistema imunológico.


Angústia acumulada é doença na certa. Põe pra fora o que te incomoda na mente e no coração. Fale com um amigo, com um psicólogo ou com Deus, mas fale. Se possível com os três e fique bem, muito bem!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Curso a distância: Leitura do desenho infantil


Para inscrever-se acesse: www.chafic.com.br

Abordagem: psicopedagógica e psicanalítica.

A quem se destina: Psicopedagogos, professores de educação infantil, psicólogos, psicanalistas, fonoaudiólogos e demais educadores.

Carga horária: 80h/a - totalmente a distância.

Investimento: R$145,00 (parcela única).

Inclui: Apostila, material de apoio, suporte, certificado e participação vitalícia no Grupo Virtual de Estudos sobre desenho infantil com biblioteca temática e fórum permanente.

Para inscrever-se acesse: www.chafic.com.br

Franquia: Psicólogos, psicopedagogos e pedagogos que quiserem ministrar este curso na modalidade presencial em sua cidade poderão adquirir licença anual (R$450,00) para utilizar na íntegra os materiais (apostila, slides, exercícios etc) e ter o seu nome/curso divulgado neste site.

Tópicos abordados:
- Teorias sobre o construto infantil
- Fases do desenho infantil
- Quadrantes da folha e seus significados
- Indícios de vestibulopatia nos desenhos
- Cores: o que elas podem indicar?
- Textura: energia e pressão no desenhar
- Formas: análise geométrica das figuras
- O desenho e avaliação psicopedagógica

Metodologia e materiais:

O cursista receberá apostila impressa em seu endereço, CD contendo pequena biblioteca temática, será inscrito no Grupo exclusivo para estudos permanentes, realizará coleta e leitura de três desenhos e receberá suporte por e-mail e chat.

Sistema de avaliação:
- Participação em Fórum virtual do Grupo de estudos
- Responder questionário ao final da apostila
- Realizar coleta e leitura de três desenhos conforme folha de rosto fornecida pela tutoria

Certificação: ABMP/DF Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal.

Para inscrever-se acesse: www.chafic.com.br

Aulas de arte desenvolvem memória e auto-estima das crianças

FLÁVIA MANTOVANI

da Folha de S.Paulo

Valentina Vandelli tem seis anos e adora fazer arte --com lápis, papel, tintas e caixas, muitas caixas. "Ela me pede que guarde todas as caixas de sapatos e as transforma em bonecos, casinha com divisórias... Desde pequena, ela é assim: inventa milhões de coisas, tem muita sensibilidade e criatividade", conta a mãe, a publicitária Fernanda Vandelli, 36.

Veja o especial Mães e Filhos

A menina tem aulas de educação artística na escola e, nas férias de julho, freqüentou uma escolinha de artes. Agora, na volta às aulas, a mãe quer matriculá-la em outro curso.

Eduardo Knapp/Folha Imagem
A garotinha Vitória Torolho, 2 anos, em aula de artes plásticas para crianças na escolinha infantil Lugar de Arte, em Barueri (SP)
A garotinha Vitória Torolho, 2 anos, em aula de artes plásticas para crianças na escolinha infantil Lugar de Arte, em Barueri (SP)

Fernanda diz que sempre leva suas duas filhas a exposições e incentiva o trabalho artístico com elas. "Acho fundamental para desenvolver a sensibilidade. As crianças de hoje esquecem o lado lúdico da vida, o prazer de trabalhar com as mãos."

De fato, especialistas afirmam que a arte tem um papel essencial na infância. "É um dos recursos que temos para pensar e agir sobre a realidade. É do ser humano fazer arte. É importantíssimo que a criança tenha esse contato desde cedo", diz Maria Christina Rizzi, coordenadora do ateliê de arte para crianças do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicação e Artes da USP (Universidade de São Paulo).

Entre os benefícios listados por educadores, estão o desenvolvimento dos sensos crítico e estético, da criatividade, da curiosidade e da auto-estima.

E, segundo um estudo recente, os ganhos ultrapassam os domínios do meio artístico, ajudando em outros campos. Realizado pela Dana Foundation, instituição filantrópica americana dedicada a pesquisas sobre o cérebro, o projeto, chamado "Learning, Arts and the Brain" (aprendizado, arte e o cérebro), reuniu neurocientistas de universidades como Harvard e Stanford com o objetivo de descobrir por que o trabalho com arte tem sido associado a um melhor desempenho acadêmico.

Segundo os resultados preliminares, crianças motivadas para as artes desenvolvem habilidades de atenção e estratégias de memorização que ajudam em outras áreas.

O estudo mostrou que há ligações entre a prática de música e habilidades relacionadas às memórias de curto e de longo prazo, à representação geométrica e ao domínio da leitura. Sugeriu, ainda, que atuar em teatro melhora a memória e que a dança torna os alunos mais observadores.

"A arte é importantíssima para o desenvolvimento infantil, inclusive no aspecto cognitivo. A criança aprende melhor outras matérias: matemática, inglês, português, ciência", confirma a pós-doutora em arte-educação Ana Mae Barbosa, professora do mestrado em design da Universidade Anhembi Morumbi e única latino-americana que já presidiu a InSEA (sociedade internacional para a educação por meio da arte, na sigla em inglês).

Ela diz, porém, que é preciso tomar cuidado com a forma de trabalhar a arte. Não se trata, por exemplo, de mandar a criança preencher formas prontas. "Não adianta dar a ela um desenho do coelhinho para colorir. É preciso promover a inventividade, a descoberta, dar papéis grandes para que os limites sejam amplos."

E, nessas horas, o importante é deixar a criança livre para criar. "Ficar falando que ela deve fazer de um jeito ou do outro não tem sentido. O universo da arte é o da metáfora. Não tem certo e errado", diz Rizzi.

Apreciação

Eduardo Knapp/Folha Imagem
Andreas Oliveira, 2, na escola Lugar de Arte, em Barueri (SP); especialistas afirmam que arte tem papel essencial na infância
Andreas Oliveira, 2, na escola Lugar de Arte, em Barueri (SP); especialistas afirmam que arte tem papel essencial na infância

Mas não basta a criança pôr a mão na massa. É recomendável ir além da prática e falar sobre arte com ela. "O fazer deve ser associado à apreciação. Ainda mais com o atual bombardeio de imagens promovido pela internet, é preciso treinar o senso crítico para a leitura de imagens", diz Rejane Galvão Coutinho, professora do Instituto de Artes da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Isso inclui, por exemplo, levar a criança a exposições e peças, mostrar obras feitas com um tipo de material e conversar sobre o sentido que ela dá ao que vê.

Lucília Franzini, coordenadora da escola infantil de artes Grão do Centro da Terra, conta que convida artistas para que compartilhem sua experiência com os alunos. "É importante partir de obras que já existem para que a criança amplie seu universo perceptivo e, a partir daí, crie do seu jeito."

Na escola, as aulas de artes visuais, música e teatro são integradas. "É muito rico. Há uma tendência a separar as linguagens, mas nossa vida não é fragmentada e a criança não pensa assim", diz Franzini.

Já no Atelier Arte Expressão da Escola Viva, as oficinas são separadas. A coordenadora, Leila Bohn, diz que está atenta à integração, mas "sem forçar a barra". "Deixamos as conexões acontecerem naturalmente. Por exemplo, uma turma de música compõe algo para outra de circo. Junções nesse sentido são bem-vindas, sem que precisem ocorrer a qualquer custo."

Para Coutinho, trabalhar de forma integrada é produtivo principalmente para crianças de seis, sete anos. "Depois, é natural que elas queiram se aprofundar em uma técnica."

Segundo Ana Mae Barbosa, o importante é que todas as áreas tenham o mesmo paradigma. "Não podemos ensinar música por um método em que cada criança fica sozinha no violino e pintura por outro totalmente integrativo, incoerente."

Música

Entre os estudos que listam os benefícios da educação artística, os que focam na música estão entre os mais numerosos. Às evidências relacionadas ao aproveitamento escolar, o compositor Hermelino Neder, educador musical na St. Nicholas School e no Colégio Vera Cruz, acrescenta outras conquistas que vê no dia-a-dia.

Segundo ele, por se tratar de uma atividade ritualística e ancorada no compasso, a música exige coordenação motora e desenvolve a capacidade de trabalhar em grupo. "Em uma classe que canta ou brinca de roda coletivamente, cria-se uma atmosfera de trabalho muito boa", afirma.

Ele diz ainda que a música ajuda os alunos menores a desenvolver a fala e a ampliar o vocabulário. "Ao cantarem e ouvirem várias vezes as mesmas palavras, eles se familiarizam com o padrão da língua, seja a sua, seja uma estrangeira."

Segundo Neder, enquanto na infância funciona bem trabalhar com atividades como canto e percussão corporal, adolescentes preferem se aprofundar em um instrumento.

Ana Mae Barbosa considera uma pena que muita gente interrompa o trabalho com arte na adolescência, em parte porque muitas escolas focam só no vestibular e vêem a atividade como supérflua. "O adolescente vive uma fase muito rica, de crise, de transformação. A arte pode ajudar a dar sentido ao que ele pensa e sente."

Para Christina de Luca, coordenadora pedagógica da escola Lugar de Arte, mesmo colégios para crianças menores acabam deixando a arte em segundo plano. "Mas acredito plenamente que vale a pena. Por meio da arte, a criança aprende a trabalhar melhor em sociedade, a ser curiosa, ganha auto-estima. Não é perda de tempo."

As idades da arte
As crianças passam por diferentes fases em relação ao desenvolvimento gráfico. Com as ressalvas de que nem todas elas vão de uma etapa para a outra na mesma época e de que fatores socioculturais também influenciam, conheça algumas características de cada fase.

Dos 2 aos 4 anos
A criança faz rabiscos desordenados, traços feitos ao acaso que se tornam, aos poucos, mais organizados. Sente muito prazer na atividade, ainda mais se tiver por perto um adulto interessado nos rabiscos

Dos 4 aos 7 anos
Começam as primeiras tentativas de representação. A criança aprende a desenhar esquemas de objetos aprendidos em sua cultura, dispostos desordenadamente no papel. Em geral, gosta de mostrar sua obra aos adultos e precisa de incentivo

Dos 7 aos 9 anos
A criança domina signos culturalmente compartilhados, como homem, casa, sol e árvore, e compõe cenas. É nessa fase que surge uma característica dos desenhos infantis: os objetos retratados são dispostos numa linha reta, na margem inferior do papel

Dos 9 aos 12 anos
Os desenhos passam a ser muito mais detalhados e menores. A criança se torna mais autocrítica em relação à sua produção, buscando representar a realidade. Entre os 11 e os 12 anos, passa a se preocupar com noções de proporção e profundidade

Fontes: "Desenvolvimento da Capacidade Criadora", de V. Lowenfeld e W. L. Brittain (ed. Mestre Jou); REJANE GALVÃO COUTINHO, professora do Instituto de Artes da Unesp

Colaborou JULLIANE SILVEIRA, da reportagem local.

Reportagem publicada no suplemento "Equilíbrio", da Folha de S.Paulo, em 7 de agosto de 2008.

www.chafic.com.br


quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Sobre o conceito de formação

Diferenças entre o que aprendemos e o que nos afeta como seres humanos
José Sergio Fonseca de carvalho

Em colunas anteriores, fiz inúmeras referências ao conceito de formação. Trata-se de uma noção central nos discursos educacionais, mas que de tão recorrente passou a padecer de uma 'anemia semântica'. Seu uso constante e indiscriminado - que o identifica de forma imediata com a transmissão de informações, o desenvolvimento de competências ou a difusão de conhecimentos - tem resultado na perda dos sentidos que historicamente lhe foram associados. Não que sua história seja progressiva e linear, como se entre sua formulação primeira na antiguidade e os sentidos contemporâneos houvesse só continuidade. Mas o reconhecimento de rupturas e transformações históricas num conceito não pode resultar no esvanecimento de seu campo de significação.

É claro que todo processo de formação implica alguma aprendizagem, mas com ela não se confunde. A aprendizagem indica simplesmente que alguém veio a saber algo que não sabia: uma informação, um conceito, uma capacidade. Mas não implica que esse 'algo novo' que se aprendeu nos transformou em um novo 'alguém'. E essa é uma característica forte do conceito de formação: uma aprendizagem só é formativa na medida em que opera transformações na constituição daquele que aprende. É como se o conceito de formação indicasse a forma pela qual nossas aprendizagens e experiências nos constituem como um ser singular no mundo.

Nem tudo que aprendemos - ou vivemos - deixa traços que nos formam como sujeitos. As notícias dos telejornais, o trânsito de todas as manhãs, as informações sobre o uso de um novo aparelho, uma técnica para não errar mais a crase: tudo isso pode ser vivido ou aprendido sem deixar traços, sem nos afetar. Uma experiência torna-se formativa por seu caráter afetivo; um livro que lemos, um filme a que assistimos ou uma bronca que tomamos ressoa em nosso interior, como a nota de um instrumento que, ao ser tocada, ressoa na corda de outro. Trata-se, pois, de um encontro entre um evento, um objeto da cultura e um sujeito que, ao se aproximar de algo que lhe era exterior, caminha em direção à constituição de sua própria vida interior.

Por ter esse caráter de encontro constitutivo, os resultados de uma experiência formativa são sempre imprevisíveis e incontroláveis. É relativamente simples saber se alguém aprendeu uma informação ou em que grau desenvolveu uma competência. Mas é impossível saber com precisão em que sentido e com qual intensidade a apreciação de uma obra de arte teve um papel formativo em alguém. Ao comentar o conflito potencial entre o recorrente desejo de controle da ação pedagógica e o caráter formativo da literatura, Antonio Candido ressaltou que a experiência literária representa uma poderosa força indiscriminada de iniciação na vida. Ela não corrompe nem edifica, mas por trazer livremente em si o que chamamos o bem e o que chamamos o mal, humaniza em sentido profundo, porque faz viver. Assim é uma experiência educativa com valor formativo. Um exercício de liberdade que exige do educador a responsabilidade pelas escolhas e a abdicação do controle sobre seus efeitos na formação de um sujeito.

José Sérgio Fonseca de Carvalho Doutor em filosofia da educação pela Feusp jsfc@editorasegmento.com.br

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

EMPRESAS DESPREPARADAS PARA O SUCESSO

EMPRESAS DESPREPARADAS PARA O SUCESSO

Crescimento definitivamente não é para qualquer empresa.

Segue alguns casos que aconteceram comigo e que justifica o título do meu artigo.

Em 2007 assinei a NET (TV, Internet e Telefone) por tanto eu era cliente “combo”, apelido que eles colocam quando você adquire vários produtos ao mesmo tempo, tipo sanduba do MC donalds, “escolha seu combo/oferta pelo número”.

Quisera que o atendimento também fosse estilo MC donalds, comprou, pagou, reclamou recebeu de volta.

Mas a realidade demonstra que essas empresas tipo a NET não se importam com o turn over de clientes externos, pouco ou nada fazem para reter e fidelizar os clientes.

Elas interessam pelo número de clientes adquiridos em um determinado período e enjaulam o cliente com sua burocracia tosca e irritante para o não cancelamento dos serviços ou troca dos produtos,o lema é – “preferimos irritar a solucionar”.

Fica claro que eu estou indignado com essa tal de NET TV e não poderia ser diferente e sem surpresa vejo que esse não é um “privilégio” apenas meu, diversos fóruns e paginas especializadas em reclamações de clientes revelam o despreparo dessa empresinha.

Ai vem a outra, após várias propagandas assistidas por mim muitas vezes obrigado dizendo que a “revolução” em atendimento e serviços prestados pela Brasil Telecom é pra valer, ligo para essa empresa para solicitar um “combo” fone e internet pois iria cancelar da NET, os atendentes totalmente despreparados, não conseguiram me vender nada, o “fale conosco” mentiroso via site dessa empresa também não respondeu as minhas perguntas, por telefone finaliza-se o castigo absoluto, meia hora e ninguém te responde.

Ou seja, trocar 6 por meia dúzia de nada adianta.

Vejo que não existe nenhuma empresa nesse segmento no Brasil disposta a mudar o estigma da missão dessas empresinhas, até da para ver na porta da sala dos executivos;

NOSSA MISSÃO: “Realizar sempre um péssimo atendimento e oferecer sempre péssimos serviços a qualquer hora do dia e da noite”.

NOSSA VISÃO: “Nos tornar a empresa que mais desrespeita os clientes e a que menos cumpre as leis impostas pela justiça do quintal Brasil”

Ao invés da empresa aproveitar a lacuna que a concorrente deixa devido ao precário e ridículo atendimento, ela simplesmente se une a concorrência contra o consumidor.

Incrível, gastam-se o máximo com executivos de vendas e mkt, com pesquisas de satisfação, com programas de qualidade e nada realizam para conquistar mercado, se quer uma empresa de telefonia, treina seus atendentes; Ridículo talvez seria a palavra?

E o pior, fica de camarote assistindo a incompetência da sua equipe no desenvolvimento de relações com clientes e de fechamento de vendas.

Mas justifica-se porque geralmente que comanda essas empresas e do tipo executivo fabricado (aquele que acaba de sair de um MBA muitas vezes comprado, fala inglês, espanhol, francês, japonês e alemão fluentes mas não sabe falar o idioma dos clientes, analfabeto em clientes, também no clube do whisky e em campos verdes de golfe não se ensinam o que é cliente, além do que, esses enlatados, executivos spam nunca foram pra rua ver as dificuldades da sua equipe e nunca ouviram diretamente uma reclamação de algum cliente).

Mas, os erros são deles - dos spams - ou de quem contrata? Bem, deixa isso para o conselho deliberativo que tem 40 pessoas - 39 delas moram no exterior e não conhecem o Brasil - resolver.

Enfim, estou sem telefone, sem TV a cabo sem internet porque não existe empresa verdadeiramente voltada para o clientelismo.

Conheço muitas e muitas pessoas que tem o mesmo problema que eu e as empresas não reconhecem essas falhas e criam estratégias mirabolantes engordando empresas de publicidades para atingir futuros clientes que irão em pouco tempo ficar indignados e inimigos, que paradoxo, “vamos fazer propaganda gastar 50 milhões em campanha publicitária para recuperar os tantos mil clientes que perdemos ano passado”.

Estou falando apenas de um setor, mas poderia citar aqui, concessionárias automotivas, empresas aéreas, restaurantes, hotéis, empresa de telefonia móvel, bancos, shoppings, etc.

Estou falando de duas grandes empresas - grandes nos tamanhos e medíocres nas atitudes -, mas existem pequenas e médias que se acham no direito de maltratar os clientes pois seguem o exemplo irresponsável das “gigantes”, e acham que pagar razoavelmente bem para um executivo estrategista é gastar dinheiro e gastar vários milhões para recuperar clientes é investimento inteligente.

Ou seja, algumas empresas crescem no Brasil mais por obrigação em seguir e acompanhar a onda do que pelos serviços e produtos oferecidos.

O que mais me assusta é que os órgãos competentes de fiscalização como o Procon, nada conseguem fazer contra o descaso aos clientes, as suas decisões de nada valem, ninguém e absolutamente nenhuma empresa ou pessoa, respeita o tal PROCON.

E assim é com Anatel, Anvisa, Ministérios, enfim, as empresas fazem o que querem no quintal Brasil e nós passivos por natureza aceitamos com braços cruzados e atitude zero.

Acorda Brasil, vamos nos unir para eliminar essas empresinhas do nosso dia a dia.

Acordam empresários, fazem o que tem que ser feito da melhor maneira, o Brasil será de quem respeitar os clientes, contratem pessoas certas e trabalhadoras e não enlatados que se abstém de suor e sacrifício.

Tem muita lacuna a ser preenchida, empresários mais atentos que contratam executivos de verdade e que tem o respeito ao cliente como balizador, terão muito sucesso e um crescimento vertiginoso.

Sou brasileiro e enganado sempre e não desisto nunca porque prefiro mudar de empresa a tentar fazer valer meus direitos que sei que nunca serão respeitados, porque uma justiça? que tira algema de ladrões, libera a eleição de políticos corruptos –desculpem o pleonasmo- e que não prende quem ganha acima de R$ 10.000,00 realmente essa justiça? não merece meu voto de confiança.

Ou seja, estamos a Deus dará aonde o vento nos entregar, prefiro ficar com a TV aberta, a internet da lan house e o orelhão do que penar para ter os serviços e produtos corretos que eu pago.

Falei que citaria alguns casos mas a NET em si poderia me valer um livro, só que não estou com paciência e nem quero ter esse nomezinho entranhado no meu subconsciente, quanto mais cedo eu esquecer dessa tal NET, mas rápido serei feliz.

E fiquem com DEUS, contem com ele, porque contar com os políticos, juízes e empresas medíocres, ninguém merece.

Samir Jbeili

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